Wednesday, May 29

Continuas a mexer comigo como mexeste desde o momento em que te conheci. Foste exactamente aquilo que quis, o que idealizei, não te conhecia defeitos. De forma inesperada, feliz, tudo tão perfeito. Parecia que tudo batia certo, era tudo demasiado bom. E até hoje lembro-me de tudo. As nossas mãos unidas eram como um vulcão em erupção. Amava-te. Se calhar não deixei de te amar. Talvez o tempo leve o que não levou e permanece tão vivo em mim. E em ti o que permanece? Sei que um bocadinho de mim. E eu continuo a gostar de ti, um bocadinho talvez grande. Talvez não. Espero que não.

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